Herdeiro de Osama Bin Laden e seu sucessor na liderança da Al-Qaeda, Hamza Bin Laden está morto.
É o que está noticiando a imprensa dos Estados Unidos, como o jornal “The New York Times” e a rede de TV NBC. O líder da organização fundamentalista islâmica tinha 30 anos e teria morrido durante uma operação que teve apoio dos Estados Unidos.
As redes de comunicação que soltaram a notícia citam funcionários do governo americano como fonte. No entanto, segundo a NBC, o presidente Donald Trump se esquivou de falar sobre o assunto. “Não quero comentar isso”, respondeu ele.
Mesmo assim, o “New York Times” garante que o governo americano teve participação direta na morte de Bin Laden. Já a “NBC” noticiou que Washington tinha informações da morte de Hamza baseada em três fontes anônimas.
Em fevereiro de 2019, os EUA anunciaram uma recompensa de US$ 1 milhão por informações sobre o paradeiro de Bin Laden. Aliás, a localização de Hamza, considerado o “príncipe herdeiro da jihad”, tem sido especulada há anos. Nos últimos tempos, informações davam conta que ele estava no Paquistão, no Afeganistão ou em uma prisão domiciliar no Irã.
Na época, a diplomacia americana justificou a recompensa: “Desde pelo menos agosto de 2015, tem publicado mensagens de áudio e vídeo na internet, pedindo ataques aos Estados Unidos e seus aliados ocidentais, e ameaçado com ataques aos Estados Unidos em vingança pela morte de seu pai, assassinado em maio de 2011 por soldados americanos”.
Hamza Bin Laden era o filho predileto de Osama Bin Laden. Ele era considerado, inclusive, o seu sucessor do homem que arquitetou os ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos.
Fonte:Tribuna Online





















