• HOME
  • Política
  • Esportes
  • Policial
  • Geral
  • Vídeos
  • + Notícias
terça-feira, 25 agosto, 2026
No Result
View All Result
Repórter Net
  • HOME
  • Política
  • Esportes
  • Policial
  • Geral
  • Vídeos
  • + Notícias
  • HOME
  • Política
  • Esportes
  • Policial
  • Geral
  • Vídeos
  • + Notícias
No Result
View All Result
Repórter Net
No Result
View All Result

Prazo de validade da MP que alterou pontos da nova lei trabalhista termina nesta segunda; saiba o que muda

Soluções Interativas por Soluções Interativas
23 de novembro de 2018
em Política
0
CompartilharTwittarCompartilhar

SeguirA?o em vigor somente as regras originalmente previstas na reforma trabalhista. Especialistas divergem sobre o que serA? feito com contratos firmados durante os 5 meses de vigA?ncia da MP.

A�

Termina nesta segunda-feira (23) o prazo de validade da medida provisA?ria que regulamenta pontos daA�nova lei trabalhista, em vigor desde novembro do ano passado. Especialistas ouvidos peloA�G1divergem sobre o que serA? feito com os contratos firmados durante os mais de cinco meses de vigA?ncia da medida provisA?ria.

Medidas provisA?rias tA?m forA�a de lei ao serem editadas pelo governo, mas deixam de vigorar se nA?o forem votadas pelo Congresso dentro do prazo de validade.A�Como o Congresso nA?o votou, as alteraA�A�es que a MP introduziu nA?o terA?o mais efeito.A�Veja abaixo o ponto a ponto do que muda sem a medida provisA?ria.

AA�medida provisA?ria foi editada pelo PalA?cio do PlanaltoA�em novembro do ano passado, apA?s negociaA�A�es para que o texto da reforma trabalhista fosse aprovado com rapidez no Senado.

UmA�acordo articulado pelo lA�der do governo, senador Romero JucA? (MDB-RR), previu a ediA�A?o pelo governo da MP, contendo as mudanA�as defendidas pelos senadores na reforma trabalhista.

Em troca, osA�senadores aprovaram o texto da reformaA�sem modificaA�A�es, que, se fossem feitas naquele momento, exigiriam o retorno da proposta A� CA?mara para nova apreciaA�A?o pelos deputados e atrasariam a entrada em vigor da nova lei.Entre especialistas, hA? quem defenda que o Congresso aprove um decreto legislativo para determinar o que acontecerA? com os contratos de trabalho firmados durante a vigA?ncia da MP.

a�?O Congresso deveria disciplinar os efeitos da medida provisA?ria que nA?o se converteu em lei. Por exemplo: dizer que os contratos celebrados durante a vigA?ncia permanecem vA?lidos ou que terA?o de ser adaptados A� nova lei trabalhista ou extintosa�?, opinou o advogado EstA?vA?o Mallet, professor de Direito do Trabalho da Universidade de SA?o Paulo (USP).

TA�cnicos do Congresso afirmam que o Legislativo pode a�� mas nA?o A� obrigado a�� votar um decreto quando uma medida provisA?ria desse tipo perde a validade.

O advogado Carlos Eduardo Vianna Cardoso considera que, sem uma normatizaA�A?o, as controvA�rsias desaguarA?o na JustiA�a do Trabalho. Na interpretaA�A?o da advogada Ester Lemes, o que deve prevalecer sA?o as regras previstas antes da ediA�A?o da MP, e a situaA�A�es em que houver impasse acabarA?o sendo levadas aos tribunais do trabalho.

Ao Blog do Camarotti, oA�ministro do Trabalho, Helton Yomura, afirmouA�que buscarA? compensar o fim da vigA?ncia da medida provisA?ria com aA�ediA�A?o de um decretoA�e tambA�m de outros instrumentos, como portarias ou projetos de lei.

“O que puder fazer por decreto, vamos fazer. O que nA?o puder, estudaremos o ambiente legislativo. NA?o devemos juntar numa medida sA?, atA� para ter uma viabilidade”, disse Yomura.

Para analisar a nova legislaA�A?o trabalhista e sua aplicaA�A?o, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) criou uma comissA?o, que ainda nA?o concluiu suas atividades.

O que deixa de valer

Entre as regras previstas na MP que deixam de valer, estA?o pontos relacionados ao trabalho intermitente, de gestantes e lactantes em locais insalubres, de autA?nomos, alA�m de regras para jornada de 12 horas de trabalho seguidas de 36 horas de descanso.

Veja a seguir as regras que perdem validade e o que os especialistas dizem sobre cada uma:

Contratos anteriores A� nova lei

  • Texto original da reformaA�- A reforma trabalhista nA?o estabelecia que as novas regras valeriam para contratos firmados anteriores A� entrada em vigor da lei.
  • AlteraA�A?o feita pela MPA�- A medida provisA?ria previa que a nova lei se aplicaria integralmente para contratos que jA? estavam vigentes. Esse trecho perde a validade.

Para EstA?vA?o Mallet, a queda da MP nA?o impede que algumas regras da nova lei trabalhista se apliquem aos contratos vigentes, desde que direitos adquiridos sejam respeitados.

a�?Podem atA� valer, mas ressalvados o ato jurA�dico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgadaa�?, explicou.

O advogado Maximiliano Garcez, representante da AssociaA�A?o Latino-Americana de Advogados Laboralistas no Brasil, diz que a retroatividade A� a�?inconstitucionala�? e fere a ConsolidaA�A?o das Leis do Trabalho (CLT).

Para o procurador do MinistA�rio PA?blico do Trabalho Paulo JoarA?s, sem a MP, o argumento de que as novas regras nA?o valem para os contratos anteriores A� lei fica a�?mais fortea�?.

a�?Se precisou de uma MP dizendo que se aplicava aos contratos antigos, A� porque, pela lei, nA?o deve se aplicar. SerA? preciso esperar os tribunais superiores adotarem uma posiA�A?oa�?, afirmou.

Jornada de 12 por 36 horas

  • Texto original da reformaA�– A reforma trabalhista criou a possibilidade de jornadas de 12 horas de trabalho seguidas de 36 horas de descanso serem negociadas diretamente entre empregador e empregado por acordo individual escrito.
  • AlteraA�A?o feita pela MPA�- A MP restringia essa possibilidade a empresas e trabalhadores do setor de saA?de. Para as demais categorias, a medida exigia que a negociaA�A?o fosse feita por meio de convenA�A?o ou acordo coletivo de trabalho.

    Segundo o advogado trabalhista Carlos Eduardo Cardoso, com a perda da validade da proposta, passa a valer a regra inicial.

    a�?O que vale A� o que estA? na reforma trabalhista a�� acordo individual e para qualquer setor. Agora, existe aA� uma discussA?o jurA�dica sobre o cabimento da aplicaA�A?o dessa regra geral porque contraria alguns argumentos relacionados A� seguranA�a do trabalho. Acredito que essa matA�ria ainda vai ser alvo de bastante discussA?oa�?, afirmou Cardoso.

    GrA?vidas e lactantes

    • Texto original da reformaA�- A nova legislaA�A?o tambA�m alterou regras para o trabalho de gestantes e lactantes em locais insalubres. A reforma determinou que, no caso de gestantes, o afastamento do local de trabalho sA? serA? obrigatA?rio em casos de atividades com grau mA?ximo de insalubridade. Em locais de insalubridade mA�dia e mA�nima, a lei permitiu o trabalho de grA?vidas, a nA?o ser que sejam apresentados atestados mA�dicos. Lactantes serA?o afastadas de atividades insalubres em qualquer grau se apresentarem atestado mA�dico recomendando o afastamento no perA�odo.
    • AlteraA�A?o feita pela MPA�- A MP estabelecia o afastamento da grA?vida de qualquer atividade insalubre enquanto durar a gestaA�A?o a�� o padrA?o deixaria de ser a permissA?o para o trabalho e passaria a ser o afastamento. Mas o texto da medida provisA?ria abria a possibilidade de a gestante trabalhar em locais de graus mA�dio ou mA�nimo de insalubridade, desde que, voluntariamente, apresentasse atestado mA�dico que autorizasse a atividade.

    Antes da reforma trabalhista, as trabalhadoras grA?vidas eram obrigatoriamente afastadas de locais insalubres, independentemente do grau de insalubridade.

    No caso da lactante, tanto a reforma quanto a MP previam a necessidade do atestado para permitir o afastamento, sendo o trabalho da lactante autorizado inclusive no caso de atividades com insalubridade mA?xima.

    Para o advogado trabalhista e professor da FundaA�A?o GetA?lio Vargas Paulo SA�rgio JoA?o, a MP era a�?desnecessA?riaa�? nesse ponto, uma vez que, na avaliaA�A?o dele, trata-se de uma questA?o de a�?bom sensoa�? do empregador.

    a�?Nenhum empregador em sA? consciA?ncia vai permitir trabalho [de gestantes e lactantes] em local insalubre. Acho que a lei nA?o forma cultura. NA?o A� razoA?vel, se a atividade A� insalubre, que a empregada continue trabalhando. Isso vai se ajustar, as pessoas terA?o responsabilidade sobre seus atosa�?, opinou.

    Para a advogada Ester Lemes, no entanto, a possibilidade de trabalho em local insalubre A� a�?gravea�?.

    a�?Sem a MP, as grA?vidas poderA?o ser dirigidas para qualquer local de trabalho, inclusive insalubres [de graus mA�dio e mA�nimo]. Um ponto grave, porque, se ela se recusar, ela vai ser advertida? Vai ser suspensa? Vai ser demitida?a�?, questionou.

    Maximiliano Garcez tambA�m criticou a mudanA�a promovida pela lei, que chamou de a�?grotescaa�?.

    a�?Essa questA?o das gestantes e lactantes A� uma das questA�es mais grotescas, fere a dignidade da pessoa humanaa�?, declarou.

    AutA?nomo e exclusividade

    • Texto original da reformaA�– A reforma trabalhista criou a possibilidade de clA?usula de exclusividade para a contrataA�A?o de trabalhadores autA?nomos.
    • AlteraA�A?o feita pela MPA�- A medida provisA?ria proibiu a clA?usula, mas, como vai perder a validade, a possibilidade de clA?usula de exclusividade vai voltar a valer.

    Na avaliaA�A?o da advogada Ester Lemes, a exclusividade a�?cairA? em desusoa�?. a�?A� muito complicado, porque uma pessoa nA?o pode ser exclusiva e nA?o ter um vA�nculo. A partir do momento que A� exclusivo, passa a ser subordinado A� empresaa�?, opinou.

    Para EstA?vA?o Mallet, nesse ponto, a medida provisA?ria era a�?desnecessA?riaa�?. a�?Sem a MP, fica mais claro a�� pode haver exclusividadea�?, disse.

    A nova lei trabalhista tambA�m prevA? que o autA?nomo nA?o tem a qualidade de empregado, mesmo que preste serviA�o a apenas uma empresa.

    Dano extrapatrimonial

    • Texto original da reformaA�– A nova lei trabalhista estabeleceu critA�rios para reparos de danos morais, A� honra, imagem, intimidade, liberdade de aA�A?o, autoestima, sexualidade, saA?de, lazer e A� integridade fA�sica. Pela texto aprovado da reforma, o pagamento de indenizaA�A�es dessa natureza vai variar de 3 a 50 vezes o A?ltimo salA?rio recebido pelo trabalhador ofendido.
    • AlteraA�A?o feita pela MPA�- A medida provisA?ria mudava o padrA?o para o pagamento de indenizaA�A�es. A proposta estabelecia que o valor poderia variar de 3 a 50 vezes o teto do benefA�cio pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a��A�atualmente em R$ 5,6 mil. O valor, de acordo com a MP, variaria conforme a natureza da ofensa, de leve a gravA�ssima. Como a medida vai perder a vigA?ncia, a base de cA?lculo voltarA? a ser o A?ltimo salA?rio recebido pelo trabalhador ofendido.

      Para a especialista Ester Lemes, o texto da MP era melhor nesse aspecto porque gerava menos distorA�A�es.

      a�?Por exemplo: em uma empresa, temos um diretor que ganha R$ 10 mil e uma outra empregada que ganha R$ 2 mil. O diretor receberA? uma indenizaA�A?o maior do que a empregada que recebeu o mesmo dano. SituaA�A�es iguais com valores diferentesa�?, comparou.

      EstevA?o Mallet concorda que o texto da MP era melhor, mas, para ele, o parA?metro deveria considerar uma sA�rie de fatores.

      a�?Uma conjugaA�A?o que levasse em conta o salA?rio, a condiA�A?o econA?mica, vA?rios outros fatores, se hA? reincidA?ncia ou se nA?o hA? reincidA?ncia, se A� uma lesA?o que permite reparaA�A?o ou nA?oa�?, afirmou.

      a�?Sem a MP, volta a regra antiga, o que prejudica trabalhadores que ganham poucoa�?, disse o procurador Paulo JoarA?s.

      a�?A� um absurdo. A MP realmente melhorava. Agora, quem ganha mais tem um valor de dignidade maior do que quem ganha menosa�?, criticou o advogado Paulo SA�rgio JoA?o.

      RepresentaA�A?o dos empregados

      • Texto original da reformaA�- Pela reforma trabalhista, no caso de empresa com mais de 200 empregados, pode ser eleita uma comissA?o para representar o conjunto de trabalhadores em negociaA�A�es com empregadores.
      • AlteraA�A?o feita pela MPA�– A medida provisA?ria assegurava que a comissA?o nA?o substituiria a funA�A?o do sindicato de defender os direitos e os interesses da categoria, o que reiterava a participaA�A?o dos sindicatos em negociaA�A�es coletivas de trabalho.

      Carlos Eduardo Cardoso disse que a inclusA?o que a MP pretendia fazer era para agradar sindicalistas em troca de apoio A� reforma, mas que, na prA?tica, nA?o produziria efeitos.

      EstA?vA?o Mallet lembra que a representaA�A?o dos trabalhadores A� uma prerrogativa dos sindicatos que estA? na ConstituiA�A?o. a�?A nova lei trabalhista nA?o pode transferir essa representaA�A?o para a comissA?oa�?, avaliou.

      Trabalho intermitente

      • Texto original da reformaA�- A reforma trabalhista incluiu, na ConsolidaA�A?o das Leis do Trabalho (CLT), a modalidade de jornada intermitente, em que o trabalho nA?o A� contA�nuo e a carga horA?ria nA?o A� fixa. Pela proposta, o empregador deverA? convocar o empregado com pelo menos trA?s dias de antecedA?ncia. A remuneraA�A?o serA? definida por hora trabalhada e o valor nA?o poderA? ser inferior ao valor da hora aplicada no salA?rio mA�nimo. O empregado terA? um dia A?til para responder ao chamado. Depois de aceita a oferta, o empregador ou o empregado que descumprir o contrato sem motivos justos terA? de pagar A� outra parte 50% da remuneraA�A?o que seria devida.
      • AlteraA�A?o feita pela MPA�- A MP excluiu a multa de 50% da remuneraA�A?o em caso de descumprimento contratual. E estabeleceu que empregador e trabalhador intermitente poderiam fixar em contrato o formato da reparaA�A?o no caso de cancelamento de serviA�o previamente agendado. Como a MP vai perder a validade, a multa voltarA? a existir. A MP tambA�m estabelecia que, atA� 31 de dezembro de 2020, o empregado demitido que foi registrado por meio de contrato de trabalho por prazo indeterminado nA?o poderA? prestar serviA�os para o mesmo empregador por meio de contrato de trabalho intermitente pelo prazo de 18 meses a partir da data da demissA?o do empregado. Com a queda da MP, essa quarentena deixarA? de existir.

        Para EstA?vA?o Mallet, a multa A� um a�?exageroa�? da reforma trabalhista. a�?A� uma sanA�A?o muito exagerada e muito desproporcional, que a medida provisA?ria eliminavaa�?, declarou.

        Apesar disso, ele acredita que, na prA?tica, serA?o raras as vezes em que a cobranA�a da multa vai acontecer.

        a�?Acho difA�cil que um empresA?rio contrate um advogado, acione a JustiA�a para receber um valor irrisA?rio da multa, por exemplo, R$ 80. Acho que a intenA�A?o do legislador era gerar um efeito pedagA?gico. Mas, na prA?tica, se um trabalhador nA?o aparecer para trabalhar, o que vai acontecer A� que ele nA?o serA? mais convocado por aquela empresaa�?, projetou.

        Segundo Ester Lemes, a MP trazia uma “seguranA�a maior” para os empregados porque a empresa nA?o poderia demiti-los e contratA?-los imediatamente como intermitentes. “Com a MP, tinha uma carA?ncia para recontratar de 18 meses. Agora, poderA?o demiti-los e contratar diretamente como intermitentesa�?, explicou.

        Para o procurador Paulo JoarA?s, sem a MP, hA? uma a�?inseguranA�a muito grandea�? para o trabalhador intermitente. a�?O governo terA? que fazer algum decreto para tentar regulamentar issoa�?, avaliou.

        Decreto

        Na A?ltima sexta-feira (20), a Casa Civil informou que oA�governo federal avalia regulamentar pontos da reforma trabalhista por meio de decreto, jA? que a medida provisA?ria perderA? a validade.

        Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, o governo nA?o pretende no momento publicar uma nova MP para ajustar a reforma. a�?NA?o estA? em nossas previsA�esa�?, disse aoA�G1.

        Segundo o deputado RogA�rio Marinho (PSDB-RN), relator da reforma trabalhista na CA?mara, um dos pontos que devem ser regulamentados pelo decreto A� a jornada intermitente.

        Enquanto isso, parlamentares contrA?rios A� reforma trabalhista preparam projetos para a�?preencher as lacunas legislativasa�? geradas pela nova lei.

        A deputada Maria do RosA?rio (PT-RS) disse que apresentarA? nesta terA�a-feira (24) um projeto de lei sobre o trabalho da empregada gestante e lactante em ambientes insalubres.

        O senador Paulo Paim (PT-RS) tambA�m prepara projetos para modificar a nova lei trabalhista. a�?A medida provisA?ria foi para inglA?s ver. O governo nA?o tinha nenhum interesse em melhorar a legislaA�A?o. Derrota para o trabalhadora�?, afirmou.

        O lA�der do governo no Senado, Romero JucA? (MDB-RR), tem dito que o PalA?cio do Planalto cumpriu a palavra e editou a medida provisA?ria. Ele disse ainda que, se o texto da MP nA?o prosperou no Congresso, a a�?responsabilidadea�? nA?o era do governo.

        FONTE:G1

Leia Também

Espírito Santo entra em Estado de Atenção Hídrica e AGERH reforça alerta para uso consciente da água
Cidades

Espírito Santo entra em Estado de Atenção Hídrica e AGERH reforça alerta para uso consciente da água

Bolsa Família volta a registrar alta de beneficiários que moram sozinhos em 2026
Brasil

Bolsa Família volta a registrar alta de beneficiários que moram sozinhos em 2026

PM recupera torre de som furtada e escondida em residência abandonada em Barra de São Francisco
Barra de São Francisco

PM recupera torre de som furtada e escondida em residência abandonada em Barra de São Francisco

Prefeitura intensifica patrolamento e avança na recuperação das estradas rurais de Barra de São Francisco
Barra de São Francisco

Prefeitura intensifica patrolamento e avança na recuperação das estradas rurais de Barra de São Francisco

Sedu abre seleção para professores temporários no Espírito Santo
Cidades

Sedu abre seleção para professores temporários no Espírito Santo

CNH Social: Detran-ES convoca mais 3 mil candidatos para tirar carteira de motorista de graça
Cidades

CNH Social: Detran-ES convoca mais 3 mil candidatos para tirar carteira de motorista de graça

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

RECENTES

Homem que agredia mãe e procurado pela justiça é assassinado no bairro Colina

Noite de violência termina com homem morto a tiros no bairro Colina, em Barra de São Francisco

Homem que agredia mãe e procurado pela justiça é assassinado no bairro Colina

Espírito Santo entra em Estado de Atenção Hídrica e AGERH reforça alerta para uso consciente da água

Obra na torre de tv em Barra de São Francisco está na fase final

Elo baby
Elo presentes
Elo papelaria Itabirinha
Rabisco
Elo Baby Itabirinha
Elo Modas
Elo Eletronicos
Renascer
Rei das Linhas
Rei do Papel
Elo papelaria
Rei do enxoval
  • › Brasil
  • › Esporte
  • › Mundo
  • › Vídeos
  • › Política
  • › Polícia
  • › Geral
  • › Barra de São Francisco

Contatos

WhatsApp: 27 99707 9045
Instagram: @admilsonbrun

  • Sobre Nós
  • Anuncie
  • Contatos

© 2021 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas

No Result
View All Result
  • HOME
  • Política
  • Esportes
  • Policial
  • Geral
  • Vídeos
  • + Notícias

© 2021 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas

This popup will close in:
CLOSE

CLOSE