Golpes com falsos processos judiciais têm se tornado cada vez mais comuns no Brasil. Criminosos se passam por advogados, oficiais de justiça ou servidores do Judiciário e entram em contato com as vítimas alegando a existência de um processo judicial, geralmente com conteúdo alarmante. O objetivo é induzir a pessoa ao medo e levá-la a fazer pagamentos indevidos.
Em Barra de São Francisco, tentaram dar um golpe no Militar aposentado Valmer Simões, que acionou a Justiça para as devidas providências. O acusado do golpe assim que percebeu que estava falando com um militar, o estelionatário apagou a foto, porém era tarde demais o militar já havia salvado a foto e o número do telefone.
Site reporternet não vai divulgar a foto, pois o estelionatário pode com certeza ter usado a foto de outra pessoa. O que importa é que o fato ocorrido já está na justiça, uma atitude perfeita de Valmer Simões que segue como orientações para todas as demais pessoas.
Veja como esses golpes funcionam e o que você pode fazer para se proteger:
Como o golpe acontece:
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Você recebe uma ligação, mensagem no WhatsApp, e-mail ou carta dizendo que está sendo processado ou que precisa pagar taxas judiciais para liberar valores ou evitar penalidades;
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O criminoso pode usar nomes de juízes, tribunais e escritórios de advocacia verdadeiros, inclusive com logotipos falsificados;
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Em alguns casos, o golpista envia documentos falsos, como intimações, decisões judiciais ou notificações;
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É solicitado que você entre em contato com um número ou pague valores via PIX, boleto bancário ou depósito.
Dicas para se proteger:
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Desconfie de qualquer contato inesperado envolvendo processos judiciais ou pagamentos.
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Nunca realize pagamentos sem verificar a veracidade da informação.
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Confirme a existência do processo nos sites oficiais dos tribunais (como TJSP, TJMG, TJBA etc.), usando seu nome ou CPF.
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Entre em contato com um advogado de confiança antes de tomar qualquer decisão.
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Desconsidere mensagens que usem linguagem alarmista ou ameaçadora. Órgãos oficiais não agem dessa forma.
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Jamais forneça dados pessoais ou bancários por telefone ou WhatsApp.
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Em caso de dúvida, entre em contato diretamente com o tribunal da sua região.
O que fazer se cair no golpe:
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Registre um boletim de ocorrência imediatamente;
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Reúna todos os documentos, conversas e comprovantes;
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Comunique seu banco e tente bloquear ou reverter a transação;
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Procure orientação jurídica.
Importante:
O Poder Judiciário não solicita depósitos ou pagamentos via PIX para liberar valores ou evitar bloqueios. Também não faz comunicações formais por WhatsApp ou redes sociais.







