Condenada a 39 anos de prisão por matar os pais, Suzane von Richthofen quer se tornar pastora.
Ao menos é o que ela tem dito, segundo relatos de pessoas próximas. Ela ainda teria planos de começar a carreira religiosa como missionária para depois fazer pregações. As informações são da revista “Época”.
Ainda de acordo com “Época”, Suzane teria subido ao púlpito da Igreja do Evangelho Quadrangular Central e feito um testemunho. Na ocasião, ela falou sobre por volta de 30 minutos sobre arrependimento. Porém, não entrou em detalhes acerca do crime que cometeu em outubro de 2002.
O templo religioso fica em Angatuba, no interior de São Paulo. É nessa cidade que vive Rogério Olberg, noivo da criminosa. O caso acima aconteceu em maio de 2019, durante a “saidinha” dos Dias das Mães.
Suzane também esteve na cidade após deixar temporariamente a penitenciária de Tremembé no dia 10 de outubro. De acordo com a publicação, que acompanhou os passos da mulher por três dias, ela passeou pelas ruas da cidade, tomou sorvete e fez compras no mercadinho.
Tudo isso aconteceu sob disfarce. Para não ser reconhecida, ela amarra os cabelos, coloca uma peruca e usa o nome “Louise”, seu segundo nome de batismo. O disfarce só fica de lado quando ela frequenta a igreja.
Suzane, ainda segundo a matéria publicada no site da revista nesta quinta-feira (24), também frequenta ir à Comunidade Moriá na penitenciária de Tremembé. Dentro da cadeia, ela costuma ler a Bíblia para decorar passagens sobre arrependimento e perdão.
Fonte: Tribuna Online








