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‘Quem quer se vacina, e quem não quer não se vacina?’ Entenda por que essa escolha não é individual

Admilson Brum por Admilson Brum
19 de janeiro de 2021
em Brasil, Destaques
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Por envolver uma atitude individual, em que cada pessoa vai até o posto de saúde, à primeira vista pode parecer que a vacinação é algo totalmente pessoal, na linha do “toma vacina quem quer”. Mas não é bem assim: segundo especialistas, a vacinação é um ato de proteção coletiva.

” É importante a gente salientar por que a gente procura a alta cobertura vacinal no nosso PNI [Plano Nacional de Imunização]: quando atinge um certo percentual para cada vacina e situação, você está visando não só a proteção individual, mas a proteção coletiva”, apontaJuarez Cunha, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Além de proteger o indivíduo imunizado, a vacina contra a Covid-19 tem dois objetivos principais com importantes reflexos na coletividade:

  • desafogar o sistema de saúde sobrecarregado, garantindo que não faltem vagas

  • reduzir a capacidade de disseminação da doença

Desafogar o sistema

O papel a médio prazo para os primeiros grupos a serem vacinados – no Brasil, serão 3 fases, incluindo profissionais de saúde, indígenas, quilombolas, idosos, pessoas com comorbidades, entre outros – é desafogar um sistema que já voltou a lotar. Exemplo disso é o colapso dos hospitais de Manaus na última quinta-feira (14), quando pacientes com Covid-19 ficaram sem oxigênio.

Segundo Domingos Alves, pesquisador da faculdade de medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, a taxa de eficácia das vacinas é satisfatória, mas, mais que isso, é muito alta quando se trata de proteger contra casos mais graves. E são esses pacientes que lotam as unidades de saúde.

“As vacinas que temos aqui no Brasil, elas têm essa característica: vão reduzir sensivelmente a possibilidade de internação de casos graves, e então vamos diminuir a necessidade de atenção médica. Ou seja, vai virar, finalmente, uma ‘gripezinha’.”, disse o pesquisador.

No caso da CoronaVac, uma das vacinas em aplicação no país, Alves explica que o grupo que recebeu a vacina, em comparação com o que não recebeu durante os estudos, não apresentou casos graves da Covid-19. O Instituto Butantan mostra que a grande maioria dos vacinados (92%) apresentaram apenas a versão muito leve da doença, sem precisar ir ao médico.

Eficácia da CoronaVac — Foto: G1

Eficácia da CoronaVac — Foto: G1

A perspectiva, de acordo com os especialistas entrevistados pelo G1, é que quanto mais gente se vacinar logo no início, menos gente terá a versão grave e, assim, será mais fácil de tratar nos hospitais eventuais pessoas que ainda não receberam suas doses.

O uso da máscara ainda será fundamental, assim como o isolamento. As vacinas não garantem que o paciente não terá Covid-19 novamente, apenas diminuem a chance de infecção e também a gravidade da doença em relação às pessoas que não receberam. Por isso, mesmo os vacinados ainda poderão transmitir o coronavírus. Mais uma vez, usar máscara e ficar em casa será uma decisão também em prol do coletivo, assim como a vacina.

“Nenhuma vacina é 100% eficaz. Você só consegue maior proteção quando a maior parte da população se vacina, porque quando tem muita gente vacinando, o vírus diminui a circulação e, então, acaba protegendo também quem não está vacinado. Por isso que não é ‘toma quem quer'”, explica Denise Garret, epidemiologista e vice-presidente do Instituto Sabin de Vacinas.

Imunidade de rebanho

Ainda é difícil de definir o prazo para atingir a imunidade de rebanho contra a Covid-19 – quando a cobertura vacinal atinge um índice que começa a frear a transmissão para quem ainda não foi imunizado. Um dos motivos é a falta de definição de qual será a quantidade de doses disponíveis por mês no Brasil, além de uma certa incerteza dos cientistas com relação à porcentagem da população que é necessária para barrar a transmissão.

Por enquanto, o governo federal prevê mais de 340 milhões de doses das duas principais vacinas, a CoronaVac, da Sinovac, e a ChAdOx1, da Universidade de Oxford em parceria com AstraZeneca. O ministro da saúde, Eduardo Pazuello, chegou a cogitar a aplicação de apenas uma dose na população para ampliar a margem de vacinados. Há, ainda, a chance de uma produção maior caso o Instituto Butantan e a Fundação Oswaldo Cruz tenham acesso a mais insumos e, no caso dos estados, material para aplicação, como as seringas.

Com todas essas dúvidas, fica difícil determinar uma data final da campanha, quando todos – ou quase todos – os integrantes do grupo de risco estarão vacinados. Esse seria o momento em que chegaremos à imunidade de rebanho.

“Individualmente, estou oferecendo uma proteção para cada pessoa, mas a coletividade se beneficia se tiver um número elevado de pessoas se vacinando e chegando mais perto da imunidade de rebanho”, explica Juarez Cunha.

Independente dessas indefinições, não é possível chegar ao índice mínimo da imunidade de rebanho sem o apoio da população, a consciência coletiva da vacinação. As pesquisas falam em taxas que variam de 60% a 80%, mesmo número citado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em suas reuniões, e também por Anthony S. Fauci, um dos principais integrantes da força-tarefa criadas pelos Estados Unidos para responder à pandemia.

A pergunta é: quanto tempo será necessário para atingir 60% a 80% da população? Os pesquisadores ainda estão tentando determinar, mas acreditam que não será em 2021. Independente disso, só será possível chegar lá se as pessoas aceitarem se vacinar. Receber uma dose é chegar mais perto da taxa que vai reduzir a transmissão para toda a população.

Fonte:G1

Tags: Coronaviruscovid19ReporternetVACINAvacinação

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