Três dias após ser baleado por forças de segurança nas ruas de Bogotá, jovem de 18 anos morreu no hospital no mesmo dia em que se formaria na escola
Às 16 horas do dia 23 de novembro, forças de segurança começaram a dispersar protestos contra o governo em Bogotá, capital da Colômbia.
Os protestos contra corrupção e medidas de austeridade propostas pelo governo tiveram início na quinta-feira (21/11), quando mais de 250 mil pessoas tomaram as ruas e iniciaram uma greve nacional.
Em meio ao caos, Dilan Cruz, um jovem manifestante de 18 anos, pegou nas mãos uma bomba de gás lacrimogêneo e jogou a lata de volta àqueles que a haviam arremessado — policiais da equipe de contenção de protestos (Esmad, na sigla em espanhol).
Dilan, então, começa a correr. Quatro segundos depois, um barulho de tiro ecoa e Dilan cai no chão, inconsciente, imóvel. Vários vídeos nas redes sociais mostram dezenas de pessoas ao redor dele, em meio a gritos de “atiraram nele” e “mataram”. Até que paramédicos aparecem e tentam ressuscitar o rapaz.








