Frequentemente, Hirshon fala em conferA?ncias, eventos que ele considera de “alto risco” para sua cruzada pelo anonimato. Ele sempre pede para que os organizadores dos encontros lembrem o pA?blico de que ninguA�m pode tirar ou publicar uma foto dele na internet.
Continuar anA?nimo A� um trabalho difA�cil.
Hirshon regularmente vasculha a internet A� procura de imagens em que apareA�a seu rosto, mas em 25 anos encontrou apenas duas. Ambas foram publicadas no Twitter apA?s palestras suas na SA�rvia e na CroA?cia.
“Nos dois casos, encontrei amigos bilA�ngues que me ajudaram a traduzir minha mensagem pedindo respeitosamente para os donos dos perfis tirarem a foto do ar. Ambos ficaram felizes em ajudar e se desculparam pelo erro”, conta.
‘Eu sou Spartacus’
Hirshon A� realista sobre manter seu anonimato facial. “Eventualmente vai chegar ao fim, mas quando isso ocorrer, tenho uma soluA�A?o que chamo de Spartacus”, diz.
No filme da dA�cada de 1960, a identidade de um escravo permanece protegida quando muitos de seus colegas se levantam e gritam: “Eu sou Spartacus”.
Hirshon adaptou essa ideia para a era digital.
“Alguns anos atrA?s, pedi a amigos para me marcarem em imagens de pessoas aleatA?rias, animais, minerais com meu nome e inundar o Google com elas”, conta o americano. “EntA?o, agora, quando uma foto minha entrar na rede, nA?o vai importar, porque ninguA�m poderA? dizer quem sou eu de verdade”.