Jogador capixaba marcou o terceiro gol na vitória do Brasil sobre o Peru
De Nova Venécia para o Maracanã, onde marcou o gol que fechou o placar o título do Brasil na Copa América 2019. Este foi o caminho do atacante capixaba Richarlison, que marcou o terceiro gol da vitória da seleção sobre o Peru, garantindo mais um título para a Seleção Brasileira.
Até chegar à decisão, o capixaba enfrentou um caso diagnóstico de caxumba, que o deixou 10 dias fora do time. Após a partida, o atleta contou como fez para superar a doença e se manter focado na Copa América.
“É a minha primeira competição [pela Seleção], ainda mais aqui [no Brasil]. Muitos deram a Copa América como terminada para mim, porque tive a doença [caxumba]. Tive fé e coragem e, mesmo com a dificuldade, estava com o pensamento de entrar em campo e jogar. Foi um momento difícil, mas todos me ajudaram na recuperação. Todo dia, acordava e ia direto para o espelho para ver se o caroço diminuía”, afirmou.
Ao voltar para o grupo, Richarlison prometeu fazer um gol e dedicá-lo à sua bisavó (cujo nome ele esqueceu em entrevista à Sportv).
“Falei com o Miranda [zagueiro], antes de entrar, que se eu entrasse eu ia “guardar”. Comemorei minha convocação e falei que o gol seria para minha bisavó. Então, queria dedicar esse gol para ela. E para a minha família. Meu primeiro gol no Maracanã foi de pênalti, justamente naquela trave.
Um grande abraço para todo mundo lá do Espírito Santo. Agora esqueci (o nome da bisavó)… é muita emoção, não consigo lembrar. Importante é que deu pra fazer o gol para ela”, disse.
Homenagem do Real Noroeste
Neste domingo, minutos após a partida, o Real Noroeste, time que revelou Richarlison, fez uma homenagem ao “Pombo”, apelido do jogador. De lá ele seguiu para o Fluminense, até chegar ao Everton, da Inglaterra e a Seleção Brasileira.
FONTE: TRIBUNA ONLINE








