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O amor que odeia

Cientistas do Laboratório de Neurobiologia do Colégio Universitário de Londres, liderados pelos professores Semir Zeki e John Romaya, descobriram que o ódio ativa duas áreas importantes do cérebro: o putâmen, relacionado à agressividade, e o córtex insular, vinculado ao amor romântico.

A conexão, segundo Zeki e Tomaya, poderia explicar o ditado popular que diz que apenas um passo separa o amor do ódio. Ou seja, os dois sentimentos podem nos levar a cometer atos violentos.

Os cientistas afirmam ainda que, enquanto o amor romântico é dirigido a uma única pessoa, o ódio pode ser endereçado a grupos de pessoas, como ocorre com o ódio racial, político e sexual.

Eles chegaram a essas conclusões depois de observarem imagens de ressonância magnética do cérebro de 10 homens e sete mulheres, captadas quando elas contemplavam fotos de pessoas que odiavam e de outras que lhes eram indiferentes.

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1 to “O amor que odeia”


  1. Cris disse:

    Interessante a descoberta, só discordo da palavra amor, colocaria paixão no seu lugar.

    Beijocas



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