Mulheres preparam ‘baile’ para homem com sobrepeso caçoado no metrô

Nas redes sociais, moradores da Califórnia conseguiram localizar rapaz, que participou de baile com anônimos e personalidades

 

A história faz a gente acreditar que há esperança na humanidade. Imagine a cena: você entra no vagão do metrô e um homem com sobrepeso começa a dançar sozinho. O que pensa a respeito?

A gordofobia é o preconceito ou intolerância contra pessoas gordas. E Sean O’Brien foi vítima dessa situação no transporte público dos Estados Unidos.

A foto dele no momento em que dançava no vagão foi registrada por um anônimo, assim como a frustração do rapaz ao receber risos e olhares de desprezo. A imagem viralizou nas redes sociais.

No início, um grupo de mulheres na Califórnia se sensibilizou com a causa e começou um movimento para localizar o homem. “Moço dançante, não sabemos muito sobre você, mas uma foto na internet sugeriu que você queria dançar e alguém te fez sentir que não deveria. Queríamos ver você dançar livremente e, se você nos receber, adoraríamos dançar junto”, diz o texto no Facebook.

O grupo de 1.727 mil mulheres foi além: “Estamos preparando uma festa para você, se quiser nos receber. Nos daria a honra desta dança?”.

O movimento ganhou tal força que personalidades do mundo da música se engajaram, como o cantor Pharrell Williams. “Oi, Cassandra (organizadora do evento), me mantenha atualizado sobre a festa! ‘Dancing Man Found’, nunca tenha vergonha de si mesmo!”, escreveu o músico.

O DJ Moby também se manifestou no perfil oficial dele no Twitter. “Ofereço meus serviços como DJ de graça para o #dancingman. Ninguém deveria sentir vergonha por dançar”, enfatizou.

Depois de tanta mobilização nas redes sociais, finalmente o homem foi localizado: Sean O’Brien. “Como solicitado!”, escreveu O’Brien em uma folha de papel e tirou uma fotografia.

A sequência de imagens revela um homem que, apesar de se sentir mal ao ser discriminado pelo sobrepeso, reencontrou a felicidade ao ‘estar livre’ para dançar novamente. E graças ao grupo de mulheres californianas que começou essa busca.

FONTE:FOLHA VITÓRIA

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