<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
> <channel><title>Reporter Net &#187; Cultura</title> <atom:link href="http://www.reporternet.jor.br/category/cultura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.reporternet.jor.br</link> <description>Blog de variedades online com curiosidades, tecnologia, astrologia, internet</description> <lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 12:03:26 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Os animais mais inteligentes do mundo</title><link>http://www.reporternet.jor.br/os-animais-mais-inteligentes-do-mundo/</link> <comments>http://www.reporternet.jor.br/os-animais-mais-inteligentes-do-mundo/#comments</comments> <pubDate>Sat, 21 Jan 2012 10:23:10 +0000</pubDate> <dc:creator>joaosmagalhaes</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura]]></category> <category><![CDATA[animais]]></category> <category><![CDATA[elefante]]></category> <category><![CDATA[golfinhos]]></category> <category><![CDATA[gorilas]]></category> <category><![CDATA[inteligentes]]></category> <category><![CDATA[planeta]]></category> <category><![CDATA[polvo]]></category> <category><![CDATA[Porco]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.reporternet.jor.br/?p=44954</guid> <description><![CDATA[Dizem que, nós, seres humanos, somos os seres mais inteligentes do reino animal.Mas, levando em consideração as intermináveis guerras&#8230;, os danos causados ao planeta e a violência de modo geral, essa afirmação possa ser bastante questionada. Mas, além de nós, os chimpanzés, gorilas, orangotangos e outros primatas têm também cérebros bastante sofisticados e praticam ações [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="display: inline; float: left; margin-right: 5px"></p><p>Dizem que, nós, seres humanos, somos os seres mais inteligentes do reino animal.Mas, levando em consideração as intermináveis guerras&#8230;<span
id="more-44954"></span>, os danos causados ao planeta e a violência de modo geral, essa afirmação possa ser bastante questionada.</p><p><a
href="http://www.reporternet.jor.br/wp-content/uploads/2012/01/polvo.jpg"><img
src="http://www.reporternet.jor.br/wp-content/uploads/2012/01/polvo-300x220.jpg" alt="polvo" title="Os animais mais inteligentes do mundo" width="300" height="220" class="alignnone size-medium wp-image-44955" /></a></p><p>Mas, além de nós, os chimpanzés, gorilas, orangotangos e outros primatas têm também cérebros bastante sofisticados e praticam ações que demonstram um grau de inteligência bastante elevado. E fora os primatas, outras espécies parecem ser também bastante desenvolvidas. A lista é surpreendente:</p><h3>O porco</h3><p>Provavelmente você está surpreso, mas é isto mesmo: entre os animais domesticados pelohHomem, o porco é o mais inteligente do planeta. Por incrível que pareça, as pesquisas comprovam que as habilidades do porco chegam a superar as dos cachorros e gatos. Eles entendem como funciona um espelho, por exemplo.</p><p>Numa experiência realizada há alguns anos, alguns porcos foram treinados para movimentar um cursor com os focinhos, numa tela de vídeo, e a diferenciar imagens que já tinham visto, de outras que estavam vendo pela primeira vez. Eles foram mais bem sucedidos do que chimpanzés.</p><h3>O polvo</h3><p>Você se lembra daquele polvo, o “Paul”, do Aquário Marinho (Sea Life Centre) de Oberhausen, na Alemanha? Aquele que fez sucesso durante a Copa do Mundo, na África do Sul, acertando muitos resultados de jogos? Pois bem, está provado que, da mesma forma que os porcos, os polvos são os animais mais espertos entre as espécies domesticadas.</p><p>Testes com labirintos e resolução de problemas provaram que esses octópodes possuem memórias de fatos recentes e remotos. Eles conseguem abrir frascos, apertar parafusos e até pegar um sanduíche dentro de uma cesta. São os únicos invertebrados que são capazes de usar ferramentas. Alguns foram vistos pegando cascas de coco e transformando-as em abrigos.</p><h3>O corvo</h3><p>“Nevermore!” (“Nunca mais!”) dizia essa ave, no poema “The Raven” (“O Corvo”), de Edgar Allan Pöe. Sim, o corvo é capaz de imitar o som de algumas palavras, como o papagaio. Em diversas lendas, o corvo aparece como um trapaceiro ou portador de maus presságios, mas, na realidade, eles são bastante inteligentes.</p><p>Como os polvos, eles são capazes de usar ferramentas simples, armazenar alimentos para o inverno e memorizar experiências para uso em circunstâncias futuras.</p><p>Um deles foi observado usando a folha dura de uma árvore, como se fosse uma faca, para fazer nozes caírem numa rua movimentada e serem esmagadas pelas rodas dos automóveis, para que eles pudessem comer as sementes. Notável, não? Eles também podem reconhecer pessoas e lembrar-se dos seus rostos durante anos.</p><h3>Os golfinhos</h3><p>Estes, com toda certeza, são um dos animais mais inteligentes de toda a espécie animal. Parece até que eles têm uma linguagem própria e, através dela, se comunicam entre si. Cientistas fizeram diversas tentativas para decifrar essa linguagem, mas, até agora, não obtiveram sucesso.</p><p>Quem já viu esses cetáceos se exibindo em aquários, sabe que eles são capazes de obedecer a inúmeros comandos dos seus treinadores. Há alguns anos, pescadores viram golfinhos arrancando pedaços de esponjas do mar e envolvendo seus narizes com eles, para evitar escoriações.</p><h3>Os elefantes</h3><p>Esses paquidermes extremamente inteligentes vivem em sociedades complexas, nas quais prevalece uma hierarquia e demonstram solidariedade com outros animais. As fêmeas, quando grávidas, reconhecem e comem certo tipo de erva que induz o parto.</p><p>Certa vez, um grupo de elefantes foi visto atirando pedras com as trombas em cercas eletrificadas para cortar a corrente. Por ocasião da morte de um membro do grupo, seguem rigorosos e complicados rituais fúnebres e costumam visitar os túmulos dos falecidos.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.reporternet.jor.br/os-animais-mais-inteligentes-do-mundo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>As misteriosas vozes de Joana d’Arc</title><link>http://www.reporternet.jor.br/as-misteriosas-vozes-de-joana-darc/</link> <comments>http://www.reporternet.jor.br/as-misteriosas-vozes-de-joana-darc/#comments</comments> <pubDate>Thu, 12 Jan 2012 11:04:40 +0000</pubDate> <dc:creator>joaosmagalhaes</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura]]></category> <category><![CDATA[camponeses]]></category> <category><![CDATA[Joana d’Arc]]></category> <category><![CDATA[misteriosas]]></category> <category><![CDATA[vozes]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.reporternet.jor.br/?p=44912</guid> <description><![CDATA[Joana d’Arc nasceu na França, e seu nome tornou-se conhecido durante a Guerra dos Cem Anos. Joana era a filha caçula de Jacques d’Arc e Isabelle Romée, camponeses humilde&#8230;Aos 13 anos, Joana começou a ouvir vozes e, por acreditar que se tratavam de vozes de anjos ou santos, ela passou a obedecê-las. Segundo relatos, as [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="display: inline; float: left; margin-right: 5px"></p><p>Joana d’Arc nasceu na França, e seu nome tornou-se conhecido durante a Guerra dos Cem Anos. Joana era a filha caçula de Jacques d’Arc e Isabelle Romée, camponeses humilde&#8230;<span
id="more-44912"></span>Aos 13 anos, Joana começou a ouvir vozes e, por acreditar que se tratavam de vozes de anjos ou santos, ela passou a obedecê-las.</p><p><a
href="http://www.reporternet.jor.br/wp-content/uploads/2012/01/joana-dark.jpg"><img
src="http://www.reporternet.jor.br/wp-content/uploads/2012/01/joana-dark-300x300.jpg" alt="joana-dark" title="As misteriosas vozes de Joana d’Arc" width="300" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-44913" /></a></p><p>Segundo relatos, as vozes ouvidas por Joana d’Arc lhe diziam para ter uma vida devota e piedosa. Mas, aos 16 anos, as vozes passam a dizer que ela devia ir para o exército francês.</p><p>Joana, então, se apresentou ao capitão da guarda real da França para solicitar escolta para encontrar-se com Carlos 7º. O capitão negou, mas com o passar do tempo e com a perseverança de Joana, acabou cedendo.</p><p>Carlos 7º recebeu Joana, e nesse momento ela passou por interrogatórios de teólogos, pela verificação de sua virgindade, e então ela conseguiu fazer parte de um exército de cinco mil homens que enfrentou e venceu os ingleses na guerra. Depois disso, Joana d’Arc continuou vencendo diversas batalhas, mas acaba sendo presa pelos inimigos e entregue aos ingleses.</p><p>Acusada de bruxaria, ela foi condenada a morrer na fogueira. No dia 30 de maio de 1431, Joana d’Arc foi executada em praça pública, e depois de queimada, suas cinzas foram jogadas no Rio Sena.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.reporternet.jor.br/as-misteriosas-vozes-de-joana-darc/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Reconstruindo nossos ancestrais</title><link>http://www.reporternet.jor.br/reconstruindo-nossos-ancestrais/</link> <comments>http://www.reporternet.jor.br/reconstruindo-nossos-ancestrais/#comments</comments> <pubDate>Mon, 07 Nov 2011 10:23:54 +0000</pubDate> <dc:creator>joaosmagalhaes</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura]]></category> <category><![CDATA[ancestrais]]></category> <category><![CDATA[fósseis]]></category> <category><![CDATA[museu]]></category> <category><![CDATA[reconstrução]]></category> <category><![CDATA[vestígios]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.reporternet.jor.br/?p=41137</guid> <description><![CDATA[O Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, mostra um trabalho espetacular de reconstrução de nossos ancestrais. Os vestígios do passado humano são extremamente raros. Somente um cadáver em cada milhão vira fóssil. Até agora o número de fósseis da espécie pré-humana que se conhece são de apenas um pouco mais de mil. Às vezes [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="display: inline; float: left; margin-right: 5px"></p><p>O Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, mostra um trabalho espetacular de reconstrução de nossos ancestrais. <span
id="more-41137"></span>Os vestígios do passado humano são extremamente raros. Somente um cadáver em cada milhão vira fóssil.</p><p>Até agora o número de fósseis da espécie pré-humana que se conhece são de apenas um pouco mais de mil.</p><p><a
href="http://www.reporternet.jor.br/wp-content/uploads/2011/11/ancestrais3.jpg"><img
src="http://www.reporternet.jor.br/wp-content/uploads/2011/11/ancestrais3.jpg" alt="ancestrais" title="Reconstruindo nossos ancestrais" width="140" height="110" class="alignnone size-full wp-image-44748" /></a></p><p>Às vezes chega-se ao conhecimento de algumas espécies pela simples descoberta de um maxilar ou apenas fragmentos de crânio. Utilizando métodos sofisticados de pesquisa, cientistas alemães conseguiram formar imagens de nossos ancestrais com resultados muito consistentes.</p><p>Abaixo alguns dos fósseis que estão em exibição no  museu.</p><p>1. Sahelanthropus tchadensis<br
/> Encontrado: Crânio de um adulto, partes de mandíbula e dentes, em 2001.<br
/> Local: Toros Menalla, Deserto Djurab, Chade<br
/> Viveu: Aproximadamente 6.8 milhões anos atrás.</p><p>2. Australopithecus afarensis<br
/> Encontrado: Combinação de crânio e maxilar de partes diferentes de um indivíduo adulto, em 2 de Novembro, 1975.<br
/> Local: Hadar, na região do Afar, Ethiopia</p><p>3. Australopithecus africanus<br
/> Encontrado: Crânio, provavelmente de uma fêmea adulta, em 18 de Abril, 1947.<br
/> Local: Sterdfortein, África do Sul.<br
/> Viveu: 2.5 milhões anos atrás aproximadamente.</p><p>4. Paranthropus aethiopicus<br
/> “Black Skull”<br
/> Encontrado: Crânio, presumivelmente de adulto macho, em 29 de Agosto, 1985.<br
/> Local: Oeste da Turkana, Kenia.<br
/> Viveu: 2.5 milhões anos atrás.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.reporternet.jor.br/reconstruindo-nossos-ancestrais/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>O Mito da Caverna</title><link>http://www.reporternet.jor.br/o-mito-da-caverna/</link> <comments>http://www.reporternet.jor.br/o-mito-da-caverna/#comments</comments> <pubDate>Sun, 23 Oct 2011 09:43:23 +0000</pubDate> <dc:creator>joaosmagalhaes</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura]]></category> <category><![CDATA[ambiente]]></category> <category><![CDATA[caverna]]></category> <category><![CDATA[gente]]></category> <category><![CDATA[guerra]]></category> <category><![CDATA[harmonia]]></category> <category><![CDATA[mito]]></category> <category><![CDATA[paz]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.reporternet.com.br/?p=40118</guid> <description><![CDATA[Há muito e muitos anos, saímos de uma caverna, para respirar ar puro e ficarmos livres de um ambiente hostil. Saímos de uma caverna para sermos sociáveis e construir um mundo onde, imaginávamos, reinaria a paz e a harmonia. Saímos de uma caverna para sermos gente. Mas é isso que realmente acontece? Somos todos iguais, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="display: inline; float: left; margin-right: 5px"></p><p>Há muito e muitos anos, saímos de uma caverna, para respirar ar puro e ficarmos livres de um ambiente hostil. <span
id="more-40118"></span></p><p>Saímos de uma caverna para sermos sociáveis e  construir um mundo onde, imaginávamos, reinaria a paz e a harmonia. Saímos de uma caverna para sermos gente.</p><p><a
href="http://www.reporternet.com.br/wp-content/uploads/2011/10/mito-da-caverna.jpg"><img
src="http://www.reporternet.com.br/wp-content/uploads/2011/10/mito-da-caverna-300x262.jpg" alt="mito-da-caverna" title="O Mito da Caverna" width="300" height="262" class="alignnone size-medium wp-image-40119" /></a></p><p>Mas é isso que  realmente acontece? Somos todos iguais, somos solidários uns com os outros? Somos gente ou animais?</p><p>Depois que vi o vídeo abaixo, produzido por alunos de Psicologia, da Universidade de Guarulhos, em São Paulo, fiquei pensando se não seria melhor voltar para a caverna de onde saímos.</p><p><object
type="application/x-shockwave-flash" style="width:448px;height:386px" data="http://www.youtube.com/v/sZyyhXq-u6g&amp;hl=en&amp;fs=1"><param
name="allowfullscreen" value="true" /><param
name="allowscriptaccess" value="always" /><param
name="quality" value="best" /><param
name="wmode" value="transparent" /><param
name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sZyyhXq-u6g&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param
name="pluginspage" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" />If you can see this, then you might need a Flash Player upgrade or you need to install Flash Player if it's missing. Get <a
href="http://get.adobe.com/flashplayer/" target="_blank">Flash Player</a> from Adobe.</object><br/></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.reporternet.jor.br/o-mito-da-caverna/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>O primeiro funcionário fantasma do Brasil</title><link>http://www.reporternet.jor.br/o-primeiro-funcionario-fantasma-do-brasil/</link> <comments>http://www.reporternet.jor.br/o-primeiro-funcionario-fantasma-do-brasil/#comments</comments> <pubDate>Sun, 15 May 2011 10:54:19 +0000</pubDate> <dc:creator>joaosmagalhaes</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura]]></category> <category><![CDATA[câmara]]></category> <category><![CDATA[eleição]]></category> <category><![CDATA[fantasma]]></category> <category><![CDATA[funcionário]]></category> <category><![CDATA[vereadores]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.reporternet.jor.br/?p=39234</guid> <description><![CDATA[Em 1564, Estácio de Sá, que governava o Rio de Janeiro, nomeou para funcionário da Câmara dos Vereadores o português João de Prosse. Ele nunca foi trabalhar.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="display: inline; float: left; margin-right: 5px"></p><p>Você pensa que funcionário fantasma é um privilégio do mundo político moderno? Não é.  Em 1564, Estácio de Sá, que governava o Rio de Janeiro, nomeou para funcionário da Câmara dos Vereadores o português João de Prosse.<span
id="more-39234"></span></p><p><a
href="http://www.reporternet.com.br/wp-content/uploads/2011/05/camara_municipal.jpg"><img
src="http://www.reporternet.com.br/wp-content/uploads/2011/05/camara_municipal-300x214.jpg" alt="camara_municipal" title="O primeiro funcionário fantasma do Brasil" width="300" height="214" class="alignnone size-medium wp-image-40031" /></a></p><p>Mas, como a primeira eleição de vereadores só aconteceu em 1567, Prosse ficou três anos recebendo seu salário sem trabalhar. Que beleza!</p><p>Curioso é que os vereadores da época eram remunerados com cera. O produto tinha grande valor, e era consumido na forma de velas para iluminação em geral e, principalmente, em dias de festas.</p><p>Como  vereadores não faziam quase nada e viviam protelando as decisões, o povo dizia que eles não trabalhavam, apenas ficavam na Câmara para &#8220;fazer cera&#8221; (ganhar seu pagamento), dando origem à expressão, usada até  hoje.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.reporternet.jor.br/o-primeiro-funcionario-fantasma-do-brasil/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>O mapa mais misterioso do mundo</title><link>http://www.reporternet.jor.br/o-mapa-mais-misterioso-do-mundo/</link> <comments>http://www.reporternet.jor.br/o-mapa-mais-misterioso-do-mundo/#comments</comments> <pubDate>Fri, 15 Apr 2011 10:17:54 +0000</pubDate> <dc:creator>joaosmagalhaes</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura]]></category> <category><![CDATA[biblioteca]]></category> <category><![CDATA[Colombo]]></category> <category><![CDATA[descobtimentos]]></category> <category><![CDATA[documento]]></category> <category><![CDATA[Europa]]></category> <category><![CDATA[mapa]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.reporternet.jor.br/?p=38905</guid> <description><![CDATA[Descoberto em 1901, num castelo da Alemanha, o mapa de Waldseemuller é o mais antigo documento a fazer referência a América.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="display: inline; float: left; margin-right: 5px"></p><p>Como a Europa via o restante da Terra na época dos explorações marítimas de <a
href="http://www.reporternet.jor.br/mesa-redonda-com-os-cobras-dos-descobrimentos/"><u><strong>Cristóvão Colombo</strong></u></a> e Américo Vespúcio?</p><p>O mapa de Waldseemuller revela essas e outras curiosidades &#8211; algumas bem estranhas, como você verá adiante.<span
id="more-38905"></span></p><p><a
href="http://www.reporternet.com.br/wp-content/uploads/2011/04/mapa-europa.jpg"><img
src="http://www.reporternet.com.br/wp-content/uploads/2011/04/mapa-europa-300x166.jpg" alt="mapa-europa" title="O mapa mais misterioso do mundo" width="300" height="166" class="alignnone size-medium wp-image-40232" /></a></p><p>Descoberto em 1901, num castelo da Alemanha, pelo príncipe  Johannes Waldburg-Wolfegg, o mapa de Waldseemuller é o mais antigo documento a fazer referência a América.</p><p>O documento é grande &#8211; tem 3,5 metros quadrados &#8211; e está dividido em 12 painéis tipo <a
href="http://www.reporternet.jor.br/numero-de-deus-resolve-enigma-do-cubo-magico/"><u><strong>quebra-cabeças</strong></u></a>.</p><p>Em 1999, a Biblioteca do Congresso norte-americano adquiriu a<a
href="http://www.reporternet.jor.br/mensagem-para-sua-excelencia-o-pinto/"><u><strong>preciosidade</strong></u></a> por 10 milhões de dólares.</p><p>Foi possível então saber que, no mapa, o Brasil é chamado de América, e os Estados Unidos de Codfishland, Flowerland, Terra Florida e Baccalhauream &#8211; este último nome foi dado por causa da beleza dessa região e da fartura do apreciado peixe.</p><p>Mais tarde, aconteceu disputa entre os cartógrafos Ortelius e Mercator pelo batismo dos Estados Unidos: o primeiro batizou-o de América; o outro insistia em chamar o páis de Nova Índia.</p><p>Como a nomenclatura de Ortelius teve mais aceitação pelo público, Mercator e outros cartógrafos tiveram que acatar a orientação dele e a Bacalhaulândia ficou com o nome que originalmente era nosso: América.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.reporternet.jor.br/o-mapa-mais-misterioso-do-mundo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Isabel, a princesa de ferro</title><link>http://www.reporternet.jor.br/isabel-a-princesa-de-ferro/</link> <comments>http://www.reporternet.jor.br/isabel-a-princesa-de-ferro/#comments</comments> <pubDate>Fri, 18 Mar 2011 10:34:07 +0000</pubDate> <dc:creator>joaosmagalhaes</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura]]></category> <category><![CDATA[artigo]]></category> <category><![CDATA[deputados]]></category> <category><![CDATA[escravidão]]></category> <category><![CDATA[princesa Isabel]]></category> <category><![CDATA[projeto]]></category> <category><![CDATA[senhora]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.reporternet.jor.br/?p=38557</guid> <description><![CDATA[O coração de Isabel bateu forte quando viu o conde d'Eu e sua altivez falou mais alto: casaria com ele. "Deus e meus sentimentos decidiram isso", disse ela.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="display: inline; float: left; margin-right: 5px"></p><p>Nunca se viu um projeto governamental tão curto e grosso: &#8220;Artigo 1. &#8211; É declarada extinta a escravidão no Brasil; Artigo 2. &#8211; Revogam-se as disposições em contrário&#8221;. <span
id="more-38557"></span></p><p>O texto, enviado à Câmara dos Deputados em 8 de maio de 1888, foi aprovado dois dias depois, por 83 votos contra 9, referendado pelo Senado e sancionado às 15h30m do dia 13 do mesmo mês por uma elegante senhora de 41 anos de idade: Isabel Cristina Leopoldina Augusta. Ou, simplesmente, princesa Isabel, a Redentora.</p><p><a
href="http://www.reporternet.com.br/wp-content/uploads/2011/03/princesa-isabel.jpg"><img
src="http://www.reporternet.com.br/wp-content/uploads/2011/03/princesa-isabel-300x214.jpg" alt="princesa-isabel" title="Isabel, a princesa de ferro" width="300" height="214" class="alignnone size-medium wp-image-40387" /></a></p><p>Se a Lei Áurea primou pela simplicidade, não foi nada fácil pôr fim à escravidão, apesar das manifestações populares, políticas e militares simpáticas à causa abolicionista.</p><p>O ministério conservador do barão de Cotegipe resistiu o quanto pôde ao movimento, e só mesmo Isabel, com sua coragem e determinação, para passar, como um rolo compressor, por cima dele.</p><p>Não abominasse ela, desde mocinha, ver o sofrimento dos criados negros de sua casa. Tanto que logo que se casou, em 1864, aos 18 anos, mandou libertar os dez servos que lhe serviam desde menina.</p><h3>MÃE ROSA</h3><p>Baixinha, cabelos claros encaracolados, olhos azuis, rosto redondo, boca pequena. Perfil físico angelical mas que abrigava uma personalidade forte e predestinada a passar para a história como a mulher que deu dignidade ao Brasil.</p><p>Nasceu em 29 de julho de 1846, numa manhã, dizem, de sol radiante. A 10 de agosto de 1850, quando tinha quatro anos de idade, a Assembléia Geral, reunida no Paço do Senado, declarava-a herdeira do trono de D. Pedro II, seu pai, uma vez que seus irmãos mais velhos tinham morrido.</p><p>Foi criada, pois, como rainha. No Palácio de São Cristóvão, ela e sua irmã Leopoldina, um ano mais moça, viviam sob os zelosos cuidados de dona Rosa de Santana Lopes &#8211; minha &#8220;Mãe Rosa&#8221;, como a chamava Isabel.</p><p>Uma educação severa na infância: muito estudo, nada de festas, pouco saía. Para quebrar a rigidez dos horários imperiais e do cerimonial das refeições, participava de jogos de salão e assistia às peças teatrais, tudo dentro do palácio.</p><p>A juventude não foi muito diferente: aulas de latim, alemão, botânica, matemática, mitologia, história sagrada. Aos sábados, leitura dos Evangelhos. Namorado, nem pensar.</p><p>Mas a sucessão, como ficava? A descendência imperial só seria assegurada se Isabel e Leopoldina se casassem. Noivar não, porque naquela época arranjavam-se os maridos e marcava-se o casamento sem que os pares sequer se conhecessem.</p><h3>CASAMENTO</h3><p>Apareceram dois pretendentes, escolhidos por Francisca, princesa de Joinville e irmã de D. Pedro II: o duque Augusto de Saxe e Gastão de Orleans, o conde d&#8217;Eu, netos de Luís Felipe, rei de França. Por ordem de D. Pedro II, Augusto seria de Isabel e Gastão casaria com Leopoldina.</p><p>Mas o coração de Isabel bateu forte quando viu o conde e sua altivez falou mais alto. Casaria, sim, mas com Gastão. &#8220;Deus e meus sentimentos decidiram outra coisa&#8221;, disse ela ao pai.</p><p>Assim foi. Em menos de um mês a família real anunciava a data do casamento para 15 de outubro de 1864. Como de praxe, Isabel recebeu mordomias da Câmara dos Deputados: 200 contos de réis para o enxoval, 300 contos para comprar uma casa e 150 para os comes e bebes. A sociedade carioca entrou em ebulição e costureiras, alfaiates e cabeleireiros trabalharam em ritmo frenético.</p><p></p><p>O casório foi um luxo. Um piquete de cavalaria deixou o Palácio de São Cristóvão em direção à capela do Paço da Cidade, à frente de um cortejo de dez carruagens. Duas alas de jovens carregavam salvas de ouro com almofadas de veludo bordado sobre as quais estavam as alianças e a Ordem da Rosa, que seria entregue a dom Gastão. Bandas de música tocavam à luz de fogos de artifício e a cidade do Rio de Janeiro festejou os noivos durante a noite inteira.</p><p>Lua de mel em Petrópolis e depois na Europa. Ao regressar no ano seguinte, em junho de 1865, o casal encontrou o país mergulhado num clima sombrio, chorando seus mortos na guerra contra o Paraguai. O conde d&#8217;Eu, que tinha recebido a patente de marechal do Exército, logo seguiu para o front.</p><p>Isabel ficou no Palácio de São Cristóvão. Sempre ativa e confiante na vitória brasileira, ela passava o tempo costurando para os &#8220;Voluntários da Pátria&#8221;, lendo ou pintando.</p><h3>PROJETOS LIBERAIS</h3><p>A guerra acabou a 1º de março de 1870, com a morte do ditador Solano Lopes. O conde d&#8217;Eu, sucessor do Duque de Caxias, vencera as importantes batalhas de Peribebuí e Campo Grande e foi recebido como herói.</p><p>Por essa época, ele se sentia atraído pelos projetos liberais da oposição, o que não agradava à Coroa. Para não criar problemas com os políticos da situação, D. Pedro II convenceu Isabel a levar o marido para a Europa.</p><p>Não foi uma boa idéia. Sua irmã Leopoldina, que estava na Áustria, ficou doente. Isabel quis visitá-la mas não foi possível. Leopoldina tinha contraído tifo e morreu, aos 24 anos. Abalada, Isabel voltou ao Rio em maio de 1871, enquanto D. Pedro partia para uma viagem de descanso.</p><p>Na ausência do imperador, Isabel, então com 25 anos, assumia pela primeira vez a regência do trono. Seus ideiais abolicionistas reacenderam-se. Seis meses depois, a 28 de setembro de 1881, ela assinava a Lei do Ventre Livre, que emancipava todas as crianças nascidas de mães escravas.</p><p>Foi o primeiro capítulo glorioso de sua vida pública. Faltava realizar seu sonho pessoal: ser mãe. Mas por mais que tentasse não conseguia ter filhos.</p><p>Recorreu então ao dr. Depaul, famoso médico francês. O tratamento foi bem-sucedido e ela finalmente engravidou. No dia dia 15 de outubro de 1875 nascia Pedro, seu primeiro rebento. Depois vieram Luís e Antônio.</p><h3>REUNIÕES SECRETAS</h3><p>Agora, mais do que nunca, Isabel sentia-se bem disposta e preparada para governar o país. Com a doença de D. Pedro, no começo de 1887, ela ocupa o trono pela segunda vez. Tempos difíceis aqueles!</p><p>Comícios, reuniões secretas, militares contra o ministério do barão de Cotegipe, rumores de golpe de Estado. Felizmente, aconteceu: um oficial reformado da Marinha, alcoolizado, foi preso e espancado.</p><p>Isabel soube do fato pelos jornais e exigiu explicações de Cotegipe, ministro da Justiça. Não satisfeita com a desculpa dada pelo barão, manifestou o seu descontentamento com tal rispidez que o Ministério não teve outra saída: demitiu-se.</p><p>Isabel, certa do que pretendia fazer, nem esperou pelas articulações dos políticos: indicou João Alfredo, conservador e abolicionista para a presidência do Ministério. A 3 de maio de 1888, ela discursava na Câmara dos Deputados, antecipando seu gesto grandioso:</p><p> &#8220;&#8230; Confio em que não hesitareis em apagar do direito pátrio a única exceção que nele figura, em antagonismo com o espírito cristão e liberal das nossas instituições&#8221;.</p><p>Dez dias depois, o país alegrava-se com a assinatura da Lei Áurea. Desafiadora, Isabel dirigiu-se à Cotegipe, que fora visitá-la: &#8220;E então, senhor barão, ganhei ou não a partida?&#8221;. Constrangido, o velho senador respondeu: &#8220;Ganhou, mas perdeu o trono.&#8221;</p><p>De fato. Abandonada pelos fazendeiros escravocatas e pelos militares, Isabel viu o Brasil ganhar o status de República em 15 de novembro de 1889. Um dia depois, pouco antes de seguir para o exílio, ela fez sua despedida: &#8221;É com o coração partido de dor que me afasto de meus amigos, de todos os brasileiros e do País que tanto amei e amo, para cuja felicidade esforcei-me por contribuir e pela qual continuarei a fazer os mais ardentes votos. Isabel, Condessa d&#8217;Eu&#8221;.</p><p>Foi para Paris com a família. Sentia muita, mas muita falta do Brasil. Em reuniões íntimas, comentava, pesarosa: &#8220;desejo ardentemente rever a Pátria e reviver algumas semanas de doces e longínquas lembranças(&#8230;) de Petrópolis, de minha casa, do meu jardim, de minhas amigas&#8230;&#8221;.</p><p>Mas apenas o conde d&#8217;Eu reviu as roseiras de sua casa em Petrópolis. Isabel morreu em 14 de novembro de 1921 curtindo todas as suas saudades de sua pátria amada.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.reporternet.jor.br/isabel-a-princesa-de-ferro/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
